Olá minha gentA! Sei que já passou 555 anos desde o final de semana e que hoje já é sexta-feira, mas vou comentar o que rolou nesse fabuloso FDS! Senta que lá vem história...
Sexta-feira (Sim, sexta a noite já é FDS!) após as aulas, que foram chatíssimas por sinal, fomos ao bar. Ah, o bar! Nunca estive em uma época mais pinguço como essa, e estou adorando! Nesse bar a caipirinha tem promoção de 2 por R$ 12,00. Um ahazo! Bebi 2, sem contar o que bebi dos outros e, além disso, só paguei 1! Temos esquema com o garçom, só elogiar a pinga dele que é VIP! xD.
Sábado dormi o dia todo, claro! Não ia sair com aquele sol satânico que estava fazendo, affe, como pode? Assim que escureceu já estava na Paulista e mais tarde na Augusta. Pra quem não sabe, a Augusta é uma rua que atravessa o centro de São Paulo e vai ate os Jardins. Na parte centro (a mais divertida e podre) encontram-se diversos barzinhos, puteiros, putas, baladas e afins. Amo! Adoro o povo alt que cola por lá.
Sentamos na rua mesmo e fizemos a famosa e aclamada e, claro porque não, insubstituível sacola’s Drink! Deliça!
Momento Palmirinha...
Receita – Sacola’s Drink
Ingredientes:
- 2 sacolas de fruta do mercado
- 1 saco de suco em pó (prefira marcas boas, sério!)
- ¼ de Vodka (indiferente a marca, mas se for vagaba coloque mais Vodka! ;P)
- ½ de Refrigerante de limão (Soda antártica please)
- Canudos plásticos
Modo de preparo:
Abra as sacolas e coloque uma dentro da outra, despeje a vodka e o refrigerante e em seguida coloque o suco em pó (sabores favoritos: Limão, morango, tangerina, uva, pêssego e pêra) e feche o saco. Chacoalhe levemente o saco (não o escrotal ok?) e insira o canudinho.
Pronto! Agora é só beber com a galera e dar um close com o Estomazil depois! HUAHAU.
Fim do momento Palmirinha (Que por sinal odeio! Quando ela esquece a receita tenho vontade de encher uma panela de pressão de água fervente e dar na cara dela!).
Voltando...
Bebemos horrores, um maloca veio e pediu um pouco de vodka, não íamos negar a vida à alguém ok. Depois ele ofereceu beck e padê, to diboua mano.
Rodamos, conversamos, cantamos, caímos, passamos mal (Biel), conhecemos pessoas novas. Foi super divertido! Mal posso esperar para a próxima vez! Que por sinal será amanhã! Depois conto os causos ok.
Beijos e bom final de semana!
Olá pessoal, bem?
Hoje vou postar sobre um dos melhores momentos que já tive em minha vida, que foi estar presente no show do Coldplay.
O show aconteceu na terça-feira dia 02 de Março de 2010 e foi o show mais fantástico que já vi, ou melhor, foi o maior espetáculo! Digo espetáculo devido a diversos “efeitos especiais” que acontecem no decorrer do show.
Voltemos no tempo...
Dia 02 de Março de 2010 às 13h
Estava trabalhando normal, já contentado por não ir ao show (estava sem grana) e saí para almoçar no Extra que tem aqui próximo da empresa. No caminho fui escutando Coldplay e vibrando. Na volta eu já sabia que queria ir! Liguei pro Gabbe e perguntei se ele topava. Conclusão: Sim! Mas havia um problema. Eu trabalharia até as 17h e ele uma hora a mais que eu, será que daria tempo? Estaria lotada a pista? Teria cambistas vendendo ingressos remanescentes na hora? Dúvida. Peguei o telefone e liguei para a Laura (Minha melhor amiga desde os 12 anos de idade) e perguntei como estava lá (sim, ela tinha comprado o ingresso fazia uns 3 meses e já estava na fila/show desde as 2 da tarde) e quando ela disse que estava ótimo, “vazio” e que dava pra ver o palco tranqüilo, sai correndo do trabalho.
Encontrei o Gabbe no metro Clínicas e corremos para o Morumbi. Fizemos um amigo no ônibus (que assim que chegamos foi embora e nos abandonou, amigão! rs) que também estava desesperado pra chegar, descemos antes do ponto e cortamos atalho entre umas ruas (realmente foi um atalho) e no caminho já encontramos os cambistas, além dos caras vendendo capa de chuva, cerveja, biscoito, refrigerantes e afins. Preço (do ingresso): Pista R$ 250,00, Arquibancada R$ 100,00. Me recusei! Queria pista por R$ 100,00! (tanto porque só tinha R$ 210,00 para 2 ingressos! RS). Por fim encontramos um rapaz vendendo a entrada de uma amiga que tinha desistido, ele cobrou R$ 150,00, mas comprei por R$ 100,00. Choro mesmo.Depois de um tempo consegui comprar de um cambista outro por EXATOS R$ 110,00.
Corremos para o estádio (na revista o mozzi perdeu o desodorante novinho que eu dei pra ele! huahaua. Eu dei uma bala de suborno para o guarda que depois nem me revistou! Sorte minha, estava com desodorante, escova, pasta, perfume, guarda-chuva, entre outras coisas proíbidas em shows ;P), estava lotado! Mas nada agravante, ninguém se amontoando sabe? Liguei pra Laura e consegui encontrar a Filha da Puta! Me deu até arrepios vê-la no meio daquela multidão!
Achamos um cantinho legal onde ficamos ao lado esquerdo do palco. Reparei que tinha uns microfones bem à nossa frente, mas não me liguei nesse fato. Pouco tempo depois o estádio lotou mais e as luzes se apagaram. Life In Technicolor abriu o show! Foi demais! Explosões de luzes coloridas e o delicioso (desculpem o vocabulário, mas é o Chris) Chris Martin entrando e começando com Violet Hill, logo em seguida pela famosa Clocks (que não gosto muito) e In my place. In my place foi fantástica, vi muita gente chorando. Para acabar o Set veio Glass of Water, Yellow (todos morreram na hora! Bolas amarelas soltaram não sei da onde e passavam pela multidão! As luzes ficaram amarelas, foi demais), 42, Fix You e Strawberry Swing.
Fix you merece minha atenção especial, foi a música que me ajudou a passar por momentos complicados em minha vida, não me erguendo, mas sim me afundando até o fundo do poço, onde eu conseguia ver claramente que mais abaixo não poderia ficar, só restava subir. Chorei quando fogos de artifício vermelhos estouraram. Lindo de mais.
Teve outro set de músicas, entre as que mais gosto estiveram Talk, The hardesd Part (a Laura se emocionou, impossível não) e Post From Far Away.
Depois o mais incrível aconteceu! A banda se deslocou do palco e caminhou até os microfones que estavam na nossa frente! Isso mesmo! Eles cantaram bem na nossa frente na pista comum! Aproveitamos e cantamos parabéns para o Chris (era aniversário dele) pela milesima vez. Eles cantaram diversas musicas, inclusive Shiver do album Parachutes, classico.
Depois mais uma leva de músicas, Viva La Vida, Lost, Politik, Lovers in Japan, Death and All His Friends, The Scientist, Life in Technicolor 2, entre outras que não vou citar aqui. Lógico que algumas dessas músicas merecem, também, uma atenção especial.
Lovers in Japan, como sempre, me emocionou. Não chorei, mas fiquei em choque. Minhas mãos subiram para minha boca e ficaram lá um bom tempo. Meu corpo tremia por inteiro e meu olho estava com um cisco (cof cof). No final, feio a leva de borboletas coloridas voando pelo estádio! Foi perfeito (peguei várias).
Viva La Vida – Como todo bom single todo mundo começou a pular! Luzes ficaram psicodélicas e veio um coro alucinante de “ooooÔÔÔooôÔÔôooo” no refrão que durou o show todo! E mesmo depois que o show terminou.
The Scientist – Massa chorando. Era raro achar alguém sem cantar e chorar. Eu resisti. Por muito tempo essa canção me afetava grandemente e fazia parte da minha vida, mas essa fase passou. Me emocionei, cantei, gritei, mas não foi dessa vez que me fez chorar.
Life in Technicolor 2 – Outra leva de gritos, com direito a explosões de fogos de artifício em cores diversas. Mais uma vez meus olhos ficaram úmidos.
O show acabou, mas a martatona não! É gente, foi o INFERNO sair daquele estádio que fica no fim do mundo! Corremos para o ponto de ônibus, mas ele foi desviado. Andamos uma avenida inteira pra conseguir pegar um ônibus às 1:15 que deixava na consolação. Chegamos lá umas 2 e meia. Não havia metrô e muito menos ônibus.
Opções:
1- ficar enrolando em algum lugar até abrir o metrô, ir pra casa, tomar banho e ir em seguida trabalhar.
2 – Dormir em um Hotel/Motel e ir trabalhar com a mesma roupa.
3- Rachar um taxi.
Escolhemos o taxi, precisava de um caixa eletrônico (estava sem um puto!). Andamos até o Extra da brigadeiro, no caminho encontrei dois amigos de longa data, foi legal. Chegando no Extra, saquei o dindin, e ficamos discutindo quando seria aceitável pagar para levar-nos até a casa da Laura e depois até a minha. Não sairia menos que R$ 50,00.
Por fim conseguimos um taxi que levou a gente por R$ 35,00. Salvou nossa vida! (Ele não sabia que era tão longe, até pediu uma “caixinha”, mas eu estava mega pobre =/).
No outro dia fui trabalhar travado. Entrei no meu horário normal e quase dormi na mesa. Fiquei cansado o dia inteiro, ou melhor, a semana toda! Haha.
Já estava me esquecendo de um fato meeeega importante, no final do show eles estavam distribuindo um CD que foi feito especialmente para os fans, o Left Right Left Right Left. O CD é uma mistura de varias músicas gravadas durante a turnê Viva La Vida e vale à pena conferir. Ele pode ser baixado pelo site oficial da banda.
Baixem por esse link [Download aqui] e Ahazem ;)
Enfim, essa foi minha jornada em um dos dias mais importantes da minha vida, espero que consigam sentir ou pelo menos imaginar qual foi a emoção que senti estando lá.
Vou postar abaixo a foto que tirei com as borboletas, cd e ingresso.
Beijos e até a próxima.
Boa noite gente, como vão?
Minha semana foi grande e longa. Ia dedicar esse post ao show do Coldplay, mas algumas coisas emergentes e enérgicas precisam ser colocadas pra fora.
Acabei de assistir o filme "C.R.A.Z.Y loucos de amor" indicado pelo meu amigo Paulinho. Não sei como posso colocar em palavras o que veio a tona em minha pele e em meus olhos. Sabe aquela sensação de estar sendo/fazendo errado mesmo estando certo, ou estar certo sabendo que está errado? Acho tudo se enquadra a uma mistura desses dois itens completamente avessos.
O filme conta a hitória de uma familia, pai, mãe e 5 filhos. Nessa família, como toda familia típica, temos diversos esteriótipos e dentre eles existe um homossexual. É exatamente nesse ponto que o filme foca. Datado na década de 60-70, em uma época em que os valores eram bem diferentes da época na qual vivemos, Zac (O protagonista) passa por diversas questões em relação ao seu comportamento diferente, vemos o grande conflito entre ser o que se é ou largar mão dos sentimentos por uma mentira criada, uma mentira criada por você para enganar a sí mesmo.
Por isso, minha vontade e obrigação em postar exatamente às 03:47 o que sinto e o que me faz sentir assim, "estranho". O fato de que muitas vezes precisamos esconder nosso verdadeiro "eu" para proteger aos outros e a priori proteger-nos dói. Amar é ser tão pouco assim? Ser tão pequeno que por ser "diferente" somos largados de lado como um saco velho de batatas? Onde está a humanidade, onde será que a deixamos? Se não existe o amor, onde está o respeito? Quais são realmente os valores que aprendemos e que valem à pena? As vezes o amor só atrapalha...
Me sito mal por ser assim, tão preocupado com o que os outros pensam e acham de mim. Acho que para poder ser amado eu preciso amar, me amar primeiro, amar mais do que qualquer pessoa possa me amar um dia, pois assim nada irá me brecar e mudar o que sinto.
Esse post foi mais um desabafo, não para ninguém, e sim para mim. São coisas que eu sei, tenho plena conciência disso e esse é um modo de botá-las para fora e espero que isso de certo modo funcione.
Segue abaixo o link da música tema na versão original:
Crazy - Patsy Cline
Abraços bem fortes e boa noite.
O post de hoje vai ter um foco especial na viagem que fizemos nesse final de semana, então vou contar resumidamente o que aconteceu na semana e partir para o foco, ok?
Minha semana foi tranqüila e longa, o que não parece ser muito bom. Mal fui à faculdade, não estava afim, sabe? Não por não estar afim de assistir aulas, mas sim por fizerem 554 cagadas na minha transferência e eu não saber exatamente em que sala e(ou) semestre vou entrar. Caos define bem meu estado de espírito com relação à faculdade. Rezam as lendas que tudo irá se normalizar hoje, vocês acreditam? Eu não.
Sexta-feira eu fui para a faculdade, teve aula de redação publicitária. Acho super interessante, mas já eliminei. Graças ao bom pai!
Saindo da aula, fomos com o pessoal da sala na PUMP (aquelas máquinas japonesas de dança), foi demais. Pelo menos para o Mozzi e para mim, o pessoal ficou meio acanhado #falomesmo.
Sábado foi o dia da tão esperada viagem, combinamos de comemorar o aniversário de uma amiga em um sítio que fica entre Suzano e Mogi das Cruzes. A viagem foi longa e tortuosa! Nunca, nunca andem de trem! Só se você for atravessar países em trens pela Europa, claro. O trem era muito lento, cheio de gente feia, vendedores de qualquer coisa, pedintes, enfim, cuidado!
Depois que chegamos encontramos nossos novos amigos (Digo novos, pois conhecemos em uma baladinha na semana anterior boa parte deles) na estação Suzano e vimos diversas cenas exóticas! O filho de 7 anos cuidando do pai totalmente alcoolizado, multidões se atropelando para entrar primeiro no trem, crianças brincando no meio das catracas, pessoas mal educadas se enfiando uma com as outras para passar a catraca (Detalhe: era a de saída e não a de entrada! Onde esse mundo vai parar?), mas de longe a que mais me chamou a atenção foi uma mulher pedindo dinheiro para entrar no trem e quando uma moça se ofereceu para pagar a passagem dela, outro rapaz também lhe deu dinheiro e ao invés dela dizer “não, obrigado! Essa senhora já me ajudou”, ela esperou a moça gentil virar, pegou o dinheiro do rapaz e guardou no bolso. Enfim, uma safada.
Esperamos quase uma hora o ônibus que levaria ao sítio que ficava extremamente isolado de toda a população local, se bem que a cidade mal tinha população! Hauahua. O que mais me chocou na cidade foi a publicidade mal feita! Gente, como eu odeio isso. Em São Paulo existe faixadas zuadas, aerografias toscas entre muitas outras coisas, mas são casos isolados e em menor escala.
Enfim, chegamos ao sítio! No caminho encontramos diversas aranhas enormes penduradas nas árvores e o Mozzi já se atacou! Huhaua muito engraçado tadinho!
O Sítio era mediano em questão de tamanho, meio velho, mas ótimo. Tinha uma piscina grandona, churrasqueira, 3 quartos, 3 banheiros (um ficava fora da casa, ao lado da piscina. Nomeamos ele de banheiro Pokémon, tinha aranha, sapo, borboleta, mariposa, mais aranhas, pernilongo... um habitat completo minha gentA!) e uma cozinha.
As meninas (e meninos) vieram nos receber com beijos e abraços. Amo essas prestes!
Havia cerca de 15 pessoas (contando conosco) na festa até o momento, haviam 9 lugares em camas. Problema um. Após 2 horas no máximo mais 15 pessoas chegaram para a festa! Problema dois. Em pouco menos que 1 hora a casa e os banheiros estavam tão sujos que só por dells! Problema três. Não havia comida suficiente, pois muitas pessoas não levaram nada. Problema quatro (Eu não como carne, levei meu miojinho e bolinhos huhu, me salvei). As bebidas “quentes” estavam em falta, e a cerveja esta em alta! Quem não bebia cerveja se ferrou. Problema cinco para o Mozzi!
Agora chega de problemas, vamos falar da loucura que foi aquele lugar! \o/
Mal cheguei já estava com uma cerveja na mão, acabava e já estava com outra e foi assim por algumas horas (muuuitas horas). Fiquei tonto, claro, mas somente com a mistura da cerveja, com as batidas de vodka e o narguilê. Foi deliça. Muita gente passou mal, alias, nunca vi tanta gente passando mal junto! Devia entrar para o livro dos recordes! A Laura vomitou no pé do Gabbe, um menino vomitou no sofá da sala(Tinha arroz no vômito dele, eca!), uma menina caiu de cabeça no chão, outra caiu de roupa na piscina e não lembra de nada e acordou com a cara inchada e sem a bolinha do piercing! Huahaua foi um Freak Show aquele lugar! xD
O DJ tocou a noite toda o mesmo cd, mas como estávamos “levemente sensuais” adoramos! Dançamos em cima da mesa de sinuca, no pole (pedaço de viga que segurava o telhado xD), na piscina... Foi uma loucura!
Na hora de dormir foi um sufoco! Rs. Na cama que tínhamos reservado tinha um cara capotado, nem liguei. Joguei ele pro lado no truque e deitei. A cama estava molhada de tantas pessoas que sentaram com roupas de banho ali, apaguei. No meio da noite estava rolando um funk safado lá fora, medo. Reparei que o menino não estava mais na cama e dormi mais folgado, olhei pela janela e avistei-o dormindo em cima da mesa de sinuca! Huahau adoro! Olhei para a cama ao lado e a Laura estava dormindo com um negão! Juro que me segurei, mas ri taaanto, mas tantoo! Ela acordou e saiu xingando “porra! Esse FDP me encoxando!”, gargalhei, logicamente. Ela levantou, bêbada ainda, e caiu em cima da cama levando tudo e todos ao chão! Hhauha ela quebrou a cama PQP! Foi demais, mas é claaaro, que o melhor ficou para o final!
Não tinha água! Felizmente ela voltou um pouco depois. A moça que as meninas alugaram a casa era uma filha da puta! Não deixou gás e nem avisou nada. Combinamos em arrancar as portas dos armários para descer no morro, mas ficamos com dó. Por fim, achamos um armário onde a dona guardava algumas provisões trancadas, arrombamos! Pegamos o Achocolatado, Leite e mais algumas coisinhas! Huhu.
Abri a geladeira e peguei um pouco de Sukita que estava meio congelada, bebi, só depois percebi que tinha álcool, mas estava fraquinha. Tomei 2 copos (o meu e o do Mozzi).
Depois de algum tempo, decidimos ir embora mais cedo que os demais, arrumamos as coisas e conseguimos uma carona. 7 pessoas em um carro, imagine a cena! Huhaua tava tenso. Fomos ouvindo CSS, MM, entre outros. Enfim chegamos a estação sem lei e pegamos o trem pra casa. Tinha uma velha crente filha da puta no trem que ficava olhando um casal de meninas que vieram com a gente e rindo só porque elas eram mais felizes que ela e não se importavam com o que os outros pensam. Vontade de jogá-la do trem ( a velha né!).
A viagem foi longa.
Cheguei em casa e tomei meu merecido banho de uma hora e pedi uma pizza para a janta. Comi 6 pedaços assistindo Gossip Girl. Fim.
Beijos.
